O melhor período para trabalhar

Você já parou para pensar em como somos treinados, desde pequenos a nos habituarmos com atividades em períodos de tempo pré-determinados? Durante o ensino fundamental e médio estudamos em média 8 horas por dia. As aulas são separadas em períodos de 40 minutos. Depois, você vai para o mercado de trabalho e continua  com suas 8 horas diárias, para completar as 40 horas semanais. Como você lida com isto? Você realmente lida com isto? Já havia parado para pensar neste assunto?

Antes de continuarmos, vamos entender o porque das 40 horas semanais…

Podemos atribuir o marco zero deste tempo pré-estabelecido quando Henry Ford,  fundador da Ford Motor Company percebeu que se seus funcionários continuassem trabalhando as habituais 16 horas semanais teriam pouquíssima ou quase nenhuma motivação para ganhar dinheiro, além de assegurar o sustento de suas famílias. Em uma entrevista cedida para a World’s Work, Ford explicou o motivo da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais:

O lazer é um ingrediente indispensável em um mercado consumidor crescente, pois pessoas que trabalham precisam de tempo livre suficiente para encontrar usos, para consumir produtos, incluindo automóveis – Henry Ford

Agora que você já percebeu e entendeu que as 40 horas semanais não foram determinadas por motivos científicos, você já pode começar a mudar o seu conceito de que períodos previamente estipulados não são totalmente saudáveis e muito menos produtivos.

Existem pessoas que conseguem ser mais produtivas de madrugada, enquanto outras são mais produtivas durante o dia. É o tal do relógio biológico. E se o meu relógio biológico não é igual o seu porque o meu período de trabalho precisa, obrigatoriamente ser igual ao seu?

Este é um dos grandes culpados da baixa produtividade nas empresas. Quando o seu sistema de remuneração é de acordo com o número de horas trabalhadas, dificilmente os funcionários daquela empresa serão estimulados da forma correta e passarão a ir trabalhar apenas para “cumprir o horário”. Quando se muda este sistema e passamos a remunerar de acordo com projetos finalizados nós mudamos a motivação e passamos a incentivar o lado produtivo da coisa.

Naturalmente que nem todos nós teremos a chance de trabalhar numa empresa com esta mentalidade, então o ideal é que nós tenhamos em mente que fazer o nosso tempo de trabalho produtivo é mais importante do que simplesmente cumpri-lo. Tudo isto pode ser considerado um treinamento, para que quando você faça parte de uma empresa com este estilo, ou até mesmo quando você tiver a sua empresa, consiga entender a importância desta prática e torne-a parte da mentalidade da sua empresa!

Texto inspirado pelo artigo de Mikael Cho.

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